Em 22/11/2013
 

Considerações entre a Feminilidade e Masculinidade

Adalberto Goulart


Considerações entre Feminilidade e Masculinidade[1]

 

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“...porque não existe ainda uma definitiva, nem existirá nunca na vida, uma definitiva escolha de gênero. Sou um menino, sou um quase menino, tenho algo de menina… Esta é uma pergunta que homens e mulheres se fazem durante toda a vida. Não é verdade, como Freud afirma, que uma vez que se supera o Complexo Edípico, tem-se a escolha de objeto, acabou. Acabou coisa nenhuma! Começa a história! Começa a história da identidade ontogenética. Um instante: esta história acaba somente com a vida do homem ou com a vida da mulher. Não existe um homem, como não existe uma mulher, existe um equilíbrio entre aspectos femininos e masculinos de base, sobre o qual se baseiam a identidade de gênero. E a identidade de gênero, por sua vez, não é fixada com prego e martelo numa parede; é dinâmica, conforme as situações, conforme a passagem histórica do sujeito. A identidade é outro tanto dinâmica quanto é a vida. Não tem nada de garantido para ninguém.” 

Armando Bianco Ferrari, 2004

 

Platão, no Banquete, refere que de início a humanidade possuía três sexos: o masculino, o feminino e o andrógino. Este último como a fusão dos dois anteriores. Outras duas espécies de fusão também haviam: mulher/mulher e homem/homem.

 

O masculino era procedente de Hélio (Sol), o feminino de Géia (Terra) e o Andrógino procederia de Selene (Lua). O tipo Andrógino, mais audacioso, tentando escalar o Olimpo e ameaçando os deuses, foi dividido em duas partes por Zeus, para que se tornasse mais humilde. Apolo, filho de Zeus, foi encarregado de virar as faces para o lado em que a separação havia sido feita (umbigo) e curar a ferida. Enfraquecido e carente, o ser humano passou a buscar a metade contrária, na tentativa de uma reunião. Daí, ainda hoje, na Grécia atual, as pessoas se referem a um casal como sendo o andrógino.

 

Foucault nos diz que, na Antiguidade Clássica, o interesse era voltado para a formação do amado e para o prazer, não para a sua identidade de gênero, não havendo, portanto preocupação em relação ao par homem/mulher ou a um padrão heterossexual. Apenas no início do século XVIII o sexo foi colocado em discurso, passando a ser investigado cientificamente somente no século XIX, transformando-se em condição para a compreensão da saúde, da patologia e da identidade, num artifício de subjetivação, na relação do sujeito consigo mesmo.

 

Com o conceito de Pulsão em Psicanálise, a sexualidade desvinculou-se da genitalidade, tal como era vista até o século XIX, e de um suposto determinismo anatômico e fálico/edípico. Nada estaria pré-estabelecido, portanto. Entra em cena o conceito de bissexualidade, tendo a cultura como pano de fundo essencial e definidor de masculino/feminino, ativo/passivo, heterossexualidade/homossexualidade, homem/mulher.

 

Classicamente a psicanálise considera o desenvolvimento sexual da menina incomparavelmente mais difícil e tortuoso que o do menino. Ela deverá mudar de zona erógena e de objeto, o que não acontece com o menino, deverá afastar-se da mãe (responsável pela sua falta de pênis), deverá descobrir-se castrada, portanto, submeter-se à inveja do pênis e abrir mão da masturbação clitoridiana, deslocando sua zona de prazer para a vagina. Assim, um golpe narcísico importante aguardaria toda menina ao nascer, só recompensado muito futuramente, quando o desejo por um pênis for deslocado para o desejo por um filho, especialmente um filho do sexo masculino.

 

Também classicamente, a sexualidade do menino seria linear, sem tantos percalços, sem mudança de zona erógena nem de objeto de investimento libidinal. Por outro lado, o menino deverá aceitar a ameaça de castração para poder reconciliar-se com o pai mais tarde, identificando-se com ele. Vencidas estas etapas, significativamente mais simples que as da menininha, o caminho estaria desimpedido para a edificação de sua masculinidade.

 

Então, como chegou a pensar Freud, o homem nasceria pronto enquanto a mulher teria que se fazer?

 

Gênero é performance, é construção cultural sobre a diferença sexual, tendo o desejo como fator de descentramento. Tanto homens quanto mulheres não nascem como tais, mas tornam-se, ao longo e de acordo com as vicissitudes de seu desenvolvimento, com interferências que vão desde o desejo dos pais, passando pelos múltiplos processos identificatórios, históricos, pelos percalços edípicos e envolvidos pelo caldo cultural da sociedade em que vivem.

 

“...uma mulher não é sempre uma mulher, nem um homem sempre um homem... o teatro psicanalítico apresenta ficções em um mais além da realidade material e a realidade psíquica requer essa escuta aberta, livre de convenções de gênero no marco homem-mulher...” (Alizade, 2004).

 

À luz da psicanálise, compreendemos que as primitivas interações com as figuras parentais de ambos os sexos envolvem variadas colorações de masculino e feminino que, por sua vez, desempenham importante papel na estruturação do aparelho mental, de maneira que tendências masculinas e femininas estão presentes e atuantes (ora com predominância de uma, ora com predominância de outra) no psiquismo de homens e mulheres.

 

Holovko (2004), inspirada no conceito de Winnicott de elemento feminino puro, e amparada pelos estudos de Guinard (1999) e Quinodoz (2003), classifica o feminino como um modo de vir a ser, no qual o bebê é recebido pela mãe com uma experiência indiferenciada de continuidade no tempo e com a possibilidade de existir em presença de um outro, a partir dos cuidados, da continência e da rêverie maternos, para ambos os sexos. Já a feminilidade e a masculinidade se constituiriam em organizações representacionais, relacionadas às vivências da situação edípica.

 

Compreendemos que a harmoniosa relação da criança com a mãe na fase pré-edípica ou, pelo contrário, perturbações nessa relação de amor primitivo é a base fundamental para que se possa assumir o próprio corpo, a sexualidade e as funções atribuídas ao gênero futuramente. Ressentimentos e mágoas guardadas e ocultas em relação a ambos os pais, sejam elas desarmonias na relação de continência primária com a mãe ou transtornos em relação aos limites amorosos impostos pelo pai, consequentemente repercutirão em dificuldades mais ou menos profundas em relação ao corpo, ao sexo, à sexualidade e à identidade de gênero.

 

A resposta do pai em relação à feminilidade ou em relação à masculinidade poderá facilitar ou dificultar a trajetória tanto de meninas quanto de meninos, especialmente no que diz respeito à elaboração de culpas e ao estímulo e reconhecimento da feminilidade ou da masculinidade em questão.

 

Concluímos daí que, independente do sexo do analista, este deverá estar preparado para acolher a ambos os tipos de transferência (assim como a qualquer outro). Nunca é demais lembrar o fracasso de Freud com o Caso Dora, que parece ter se dado por sua resistência em ocupar uma posição feminina na transferência.

 

De acordo com alguns autores, dentre eles Stoller e Greenson, ao contrário da menina, o menino teria que empreender um esforço adicional para negar suas pulsões proto-femininas, naturais, a princípio, para ambos os sexos, na primitiva e dual relação com a mãe. Defendem esses autores que a primeira obrigação de um homem seria a de não ser mulher. Desta maneira, a aquisição da virilidade seria ainda mais difícil do que o tornar-se mulher, sobretudo por nunca ser definitiva, devendo ser constantemente reconquistada, sob a ameaça de que a feminilidade possa retome o seu espaço, processo que faz do próprio homem seu maior opressor.

 

Por sua vez, se faz necessário que o pai aceite o filho como seu sucessor, assim como ele fez-se sucessor do próprio pai, o que implica, consequentemente, na aceitação da própria morte como algo natural e não como retaliação por desejos edipianos proibidos, dentro de uma repetição atualizada de sua própria experiência edípica.

 

A masculinidade, diferentemente do que mostram os conceitos clássicos e estáticos, deverá ser construída e reafirmada indefinidamente. A presença do pênis não se constitui em garantia contra a castração, ou garantia à masculinidade.

 

Na Grécia antiga observamos rituais de aquisição da masculinidade, conforme nos lembra Ceccarelli (1998), quando o sexo servia de suporte à iniciação ao conhecimento. Nada havia de equivalente para as meninas. Lembra, ainda, que existem sociedades onde possuir um pênis não é sinônimo da conquista da masculinidade, como por exemplo, entre os Sambia, na Nova Guiné. Nesta comunidade a masculinidade não é natural ou inata, mas adquirida a partir de rituais de felação, controlados pelas leis do incesto, onde os meninos, para tornarem-se homens e guerreiros, devem ingerir o esperma dos mais velhos. Já a aquisição da feminilidade por parte das meninas, é um processo natural e contínuo, iniciado com o nascimento, passando pelos ciclos menstruais e se completando com a maternidade.

 

Em outras culturas, como a dos Semai, na Malásia Central, a agressividade e a competição são consideradas intoleráveis para a aquisição da masculinidade e entre os soldados americanos a filosofia é: para se criar um grupo de homens, mate a mulher que está neles.

 

Ferrari (2000) nos fala de Feminilidade e Masculinidade de Base, terminologia por ele criada para definir a coexistência, em cada indivíduo, de modalidades de ser masculinas e femininas, no contexto do patrimônio genético, como uma pré-concepção transmitida filogeneticamente, dotada de uma mensagem relativa ao funcionamento dos sistemas homem e mulher e que recebe influências da Constelação Edípica, particular para cada indivíduo. Como cada corpo específico dá origem a uma mente específica, a questão não se reduziria a ser homem ou mulher, mas em ser aquele homem específico ou aquela mulher específica.

 

Masculinidade ou Feminilidade nasce com o corpo de cada indivíduo e caberá a ele harmonizar-se com ela, elege-la, construí-la e construir-se em torno dela, dia após dia, em seu desenvolvimento ontogenético, buscando o que predomina em presença de seu oposto, porque ambos, se considerados isoladamente, parecem ser inapreensíveis.

 

Ponto e contraponto estarão inexoravelmente sempre presentes. De um lado, o que se sente quando se é. De outro lado, o discurso de um observador que não tem nenhuma possibilidade de ser o que não é.

 

Se não podemos atribuir simplesmente à cultura a definição destas especificidades e se o biológico não é suficiente, resta-nos a dimensão psíquica, onde a identidade de gênero é construída.

 

Conforme escreve Faccini (2000), no homem a orientação mais freqüente é visar-se a si próprio para propor-se à mulher, enquanto que nesta é acolher o outro para ser si própria. Em 2004, diz ela: “... suprimir as diferenças que existem entre os sexos – por mais que as diferenças sociais e psicológicas sejam variáveis e fluidas – me parece deplorável, como tudo, aquilo que empurra hoje o gênero humano na direção de uma medonha uniformidade”.

 

Duas guerras mundiais, dentre outras tantas, pressionaram as mulheres e tornaram sua participação imprescindível como mão de obra, especialmente, a princípio, na produção industrial, se estendendo para outras atividades da vida civil. Soma-se a isso a necessidade de que a mulher passasse a contribuir na geração da renda familiar. A conquista do direito ao voto, a psicanálise, a revolução sexual, o feminismo e a descoberta da pílula anticoncepcional, o divórcio, a crescente participação da mulher nas carreiras universitárias e na construção do saber. A fertilização in vitro e a viabilidade da clonagem, já possível na geração de um novo ser. Estes seriam fatores, dentre outros, apontados como responsáveis por uma desorganização das identidades previamente estabelecidas e das claras posições anteriormente ocupadas pelo homem e pela mulher.

 

Num mundo, na grande maioria das sociedades, ainda de orientação patriarcal, jamais a mulher foi tão livre, senhora de seu corpo e da sua sexualidade como no momento atual. A anteriormente inabalável dualidade, tendo o homem como dominador e a mulher como dominada e submissa, mantida pela tradição em que o possuidor do pênis também era o possuidor do falo/poder, já não se sustenta.

 

Na atualidade o paradigma homem/masculinidade e mulher/feminilidade está em pleno processo de transformação, balizado, ainda, por falhas nos processos de identificação gerados por uma espécie de indefinição ou confusão de papéis com limites borrados e mal definidos.

 

Observamos, tanto em homens quanto em mulheres, expressões de corporeidade que não encontram equivalência psíquica, proporcionando estados desarmônicos, de extrema angústia, que tentam ser socorridos pela construção de um falso-self e que, muitas vezes, expressam-se em anorexias e bulimias, no consumismo compulsivo de bens e academias de ginástica (que podem produzir seres andróginos ainda mais angustiados porque ainda mais indefinidos), nas cirurgias plásticas que nunca satisfazem, na atividade sexual também compulsiva, que autoriza corpos, mas não pode autorizar o psiquismo em conflito.

 

Por outro lado temos o sexo virtual, via internet, com a omissão dos corpos, que então podem assumir diversas falsas identidades, sem se estabelecer propriamente em nenhuma, numa procura por descarga simples e imediata que, tão logo é efetivada, volta a pressionar, exigindo nova descarga.

 

Observamos jovens adolescentes consumidores de drogas contra a impotência e outros tantos estimulantes e psico-estimulantes, aliados a comportamentos de risco, favorecidos pela suspensão dos limites que deveriam ser proporcionados pelos pais. Os pais, por sua vez, tentam suprir suas próprias necessidades narcísicas e as necessidades de consumo dos membros da família, por sua vez pressionados pela cultura das academias, dos shoppingcenters e pela culpa dos pais ausentes, delineando o fracasso na ilusão de preencher os vazios da alma.

 

Diversos pesquisadores, citados por Negreiros e Féres-Carneiro (2007), nos falam sobre a concomitância atual de dois modelos convivendo na subjetividade, sem que um substitua o outro.

 

Um modelo antigo, tradicional, em que os dois sexos são compreendidos como sendo clara e naturalmente diferentes, biologicamente, psicologicamente, socialmente e culturalmente, com as identidades masculina e feminina demarcadas precisamente, com sentimentos, pensamentos e comportamentos que, sendo de um exclui o outro, dentro de um acordo tácito em que cada um deve fazer o melhor possível dentro de seus domínios excludentes.

 

Neste modelo o casamento é indissolúvel e monogâmico, associado à reprodução. Ao elemento do gênero masculino cabe o trabalho e a virilidade, com a provisão econômica e proteção da família. Ao elemento feminino cabe a preservação da sexualidade e a maternidade, com a virgindade pré-nupcial, a fidelidade, a dedicação ao lar e aos filhos.

 

O modelo novo, cada vez mais presente na contemporaneidade, é marcado pelo individualismo. Os limites entre os gêneros são permeáveis e pouco precisos, trazendo novas configurações familiares, sociais e culturais. Homens e mulheres podem exercer, praticamente, todas as atividades profissionais sem serem excludentes, mãe ou pai solteiros, mulher chefe de família e homem dono de casa, casais homossexuais com filhos adotados ou casais sem filhos por opção, etc. A sexualidade é desvinculada da reprodução e de uma resposta feminina ao desejo masculino e vice-versa. Espera-se que o homem participe dos cuidados do lar e da criação dos filhos, bem como que a mulher participe da obtenção da renda familiar. Desejos, privilégios e responsabilidades são compartilhados, com a participação dos filhos nos projetos familiares.

 

Se o modelo tradicional contém problemas como a limitação das liberdades da mulher e uma opressão masculina que defende privilégios, embora por isso mesmo não menos sofrida, como já colocado acima, o novo modelo nos impõe novas angústias. Insatisfações, incertezas, relacionamentos efêmeros, competição, solidão, desamparo, culpa, além de uma certa nostalgia. A mulher não tem como encontrar o seu príncipe encantado, idealizado na forma de um pai protetor. Já o homem se vê impossibilitado de conquistar sua parceira sensual, idealizada numa mãe acolhedora.

 

De qualquer forma, ambos os modelos sendo testados, chega-se a conclusão de que nenhum dos dois se mostra satisfatório. Um ansiando por novas e modernas conquistas e o outro amargando uma desamparada nostalgia, sendo ambos ambivalentes em si mesmos.

 

Observa-se, em nossa sociedade atual, que, ao contrário do que ocorria há poucos anos, as gerações mais novas tendem a servir de modelo para as mais antigas, talvez na busca de uma terceira via, ainda inconsistente e volátil. Com modelos frágeis, imprecisos e inapreensíveis, sem referenciais de apoio, cada qual tem que inventar sua identidade e sua conduta. Crianças precisam inventar sua infância. Jovens precisam inventar sua juventude. Adultos precisam inventar sua maturidade. Velhos precisam inventar sua senilidade. Homens e mulheres precisam inventar sua masculinidade e sua feminilidade. Homossexuais precisam inventar sua condição.

 

Diante da crise de identidades de gênero, de identidades familiares, de identidades humanas, parece-nos que homens e mulheres, tendo como base todo o seu arsenal de conhecimento e experiência histórica, precisam se re-inventar. E todos os instrumentos de que dispomos na atualidade parecem ser insuficientes.

 

Diante de um futuro que não temos como prever, nem mesmo nas nossas mais otimistas ou pessimistas projeções, cabe a cada um de nós, em nossas subjetividades e a todos nós em nossa metamorfoseante cultura coletiva, darmos a nossa contribuição para o possível da condição humana nas gerações que estão por vir.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Adalberto Goulart

 Membro Efetivo e Analista Didata IPA -  NPA/SPRPE

adalbertogoulart@uol.com.br

data de publicação: 22/11/2013


[1]Trabalho apresentado na Jornada da Sociedade Psicanalítica do Recife, 20 a 22 de setembro de 2007.

 

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